Hospital Marcelino

Com a aproximação do verão, saiba como prevenir o Câncer de Pele

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Conheça os dois tipos saiba como prevenir

O câncer de pele vem se tornando um problema de saúde pública devido ao aumento de sua incidência e prevalência na população, correspondendo ao câncer mais frequente no país. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), os tumores de pele do tipo não melanoma chegam a 30% de todos os casos de câncer no Brasil.

QUAIS SÃO OS TIPOS DE CÂNCER DE PELE EXISTENTES?

O câncer de pele pode ser classificado basicamente em dois tipos:

1. NÃO MELANOMA:

  • Tipo mais frequente;
  • Comum em pessoas com mais de 40 anos, indivíduos de pele clara ou sensível ao sol;
  • Relativamente raro em crianças e negros;
  • Incidência alta, mas com grandes percentuais de cura quando detectado precocemente;
  • Neste grupo encontram-se os tipos celulares mais comuns e menos agressivos: o carcinoma basocelular (70% dos casos) e o carcinoma espinocelular (25% dos casos).

Como surge o câncer de pele não melanoma?

Geralmente, o tipo mais comum de câncer de pele surge em peles agredidas constantemente pelo sol, ou seja, é mais frequente em pessoas que trabalham ao ar livre, como agricultores e pescadores, por exemplo.

Da mesma forma, pessoas que praticam atividades de lazer, como banhos de sol, caminhadas e modalidades esportivas, também estão sujeitas a este câncer de pele.

 Qual a influência do sol no tipo não melanoma?

 Este grupo é diretamente influenciado pela radiação solar e, por isso,  geralmente se localiza em regiões da pele expostas ao sol. Estas lesões podem se manifestar através de diversas formas clínicas que um profissional especializado e devidamente habilitado reconhece, mesmo por meio do exame clínico comum. O prognóstico deste grupo geralmente é bom, devido seu baixo índice de mortalidade, porém, quando não diagnosticado precocemente pode

provocar mutilações e cicatrizes inestéticas (que acarretam prejuízos estéticos e psicológicos, podendo afetar a qualidade de vida e a autoestima).

 2. MELANOMA:

  • Baixa incidência nos números de câncer de pele (3 a 5% dos casos);
  • É o tipo mais grave.

Como detectar o melanoma?

O melanoma pode ter sua origem em nevos comuns (as conhecidas “pintas”), nevos congênitos ou mesmo surgir sem lesões prévias.

A regra ABCD do melanoma

Esta regra é caracterizada por alguns sinais clínicos que ajudam a identificar o melanoma, como:

 

A - Assimetria da mancha

B – Bordas irregulares ou denteadas

C - Cores que podem variar do vermelho e cinza até a cor preta e

D – Diâmetro maior que seis milímetros.

Apesar de ser o menos comum, este é o câncer de pele de maior gravidade e que leva à morte com mais frequência. A detecção precoce do melanoma faz com que a retirada cirúrgica seja curativa. Nos casos mais avançados,  entretanto, o uso de quimioterapia é necessário, além da investigação da presença de metástases (raízes) no local ou à distância.

Como prevenir o câncer de pele?

• Você pode prevenir ou detectar o melanoma por meio do autoexame: pelo menos uma vez por mês, verifique se houve alguma modificação nas “pintas” ou alguma lesão cutânea que possa ter aparecido.

• Para evitar o câncer de pele não melanoma, sempre use protetores solares com FPS 30, no mínimo, e evite exposições prolongadas ao sol, principalmente nos horários próximos ao meio-dia. Na dúvida, procure um dermatologista

• Sempre que você notar a modifi cação de uma “pinta” ou a persistência de uma lesão que não cicatriza, procure um dermatologista.

• Se você apresenta histórico familiar de câncer de pele, deve solicitar uma orientação personalizada e realizar pelo menos um exame anual das suas lesões.

• Indivíduos com número elevado de “pintas” também devem procurar atenção médica especializada.

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