Hospital Marcelino

Hospital
Gestão da Qualidade

Padrão internacional com metas da Organização Mundial de Saúde

O Hospital Marcelino Champagnat está atualmente empenhado em um processo de busca de padrão de qualidade internacional, a fim de garantir um ambiente seguro a seus pacientes, funcionários e visitantes. Para garantir que todos os serviços realizados pelo HMC tenham a qualidade e segurança necessárias para pacientes, acompanhantes e profissionais, foram adotadas as 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente, preconizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS):

1. IDENTIFICAÇÃO

A identificação correta do paciente é fundamental para a realização de exames, procedimentos e tratamentos sem erros.

ATENÇÃO! A dica é sempre conferir dois ou mais dados do paciente, como, por exemplo, seu nome completo e a data de nascimento.

2. COMUNICAÇÃO

A comunicação entre os profissionais de saúde deve ser aprimorada continuamente, para que as informações sejam repassadas de forma precisa, completa e sem ambiguidade, seja de forma eletrônica, verbal ou escrita.

ATENÇÃO! O ideal é não receber ordens verbais ou resultados de exames por telefone. Caso seja necessário, é imprescindível anotar tudo no prontuário do paciente e confirmar com a pessoa que passou as informações.

3. MEDICAÇÃO

Quando se trata de administrar medicamentos de alta vigilância, potencialmente perigosos e que oferecem riscos ao paciente, é preciso ter muita atenção. Algumas soluções de remédios são altamente concentradas e necessitam de diluição correta antes da aplicação na veia.

ATENÇÃO! Os medicamentos de alta vigilância devem conter rótulos específicos, destacado por cores. Cautela também no local de armazenagem destes medicamentos, que devem ficar em ambientes de acesso restrito.

4. CHECAGEM PRÉ-CIRÚRGICA

Antes do início de qualquer cirurgia é preciso checar se aquele é o paciente certo, confirmar qual será o procedimento realizado e identificar em qual parte do corpo será realizada a intervenção.

ATENÇÃO! Envolver o paciente em todo o processo ajuda a prevenir erros. Além disso, o checklist cirúrgico é indispensável, considerando as avaliações pré-anestésicas e de pré-indução. Tudo deve ser documentado no prontuário.

5. INFECÇÕES

Higienizar as mãos com frequência e de forma adequada pode evitar inúmeras infecções. Esta recomendação é para todos que transitam dentro do hospital, mas principalmente para as pessoas que têm contato com os pacientes.

ATENÇÃO! Lavar as mãos utilizando a técnica correta antes e após o contato com o paciente e seus pertences, antes de realizar procedimentos e após risco de exposição a fluidos corporais afasta o risco de infecções.

6. QUEDAS

Alguns pacientes internados necessitam de observação e cuidados especiais porque podem sofrer quedas dentro do hospital. Para prevenir lesões causadas por quedas, é preciso realizar uma avaliação completa e periódica dos pacientes, verificar as instalações físicas e os fatores que predispõem à queda.

ATENÇÃO! Pacientes idosos e sob o efeito de medicamentos precisam de cuidados redobrados. Identificar os pacientes de risco com pulseiras coloridas e orientar seus familiares são importantes formas de prevenção.
Indicadores de Qualidade

Infecções

Infecção hospitalar é aquela que ocorre após 48 horas de internamento, desde que o paciente não esteja incubando agentes bacterianos. Nem todas as infecções hospitalares podem ser prevenidas. Dessa forma, o foco do controle é precaver as infecções relacionadas aos procedimentos invasivos e cirurgias. A prevenção é feita em quatro principais frentes:

• Estrutura física e meio ambiente, com o controle de qualidade da água, ar e saneamento;
• Processos de suporte ao atendimento, com a adoção de procedimentos operacionais padrão na cozinha, farmácia e Central de Materiais e Esterilização (CME);
• Implantação de rotinas médicas e de enfermagem específicas.
• Epidemiologia hospitalar, com foco na identificação e gerenciamento de risco de infecção, no controle do surgimento e disseminação de agentes bacterianos resistentes a antibióticos e nas estratégias de prevenção de surtos.

Em dois anos de atuação, o Núcleo de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar (NECIH) manteve os índices de infecção hospitalar próximos a 2%, quando a média brasileira é entre 5 a 10% segundo dados do Ministério da Saúde. O baixo índice reflete a excelência e o esforço do Núcleo. A prevenção é feita em quatro principais frentes: estrutura física e meio ambiente, processo de suporte ao atendimento e implantação de rotinas médicas e de enfermagem específicas e epidemiologia hospitalar.

O NECIH também tem trabalhado para auxiliar os médicos no diagnóstico e tratamento de infecções, promovendo o uso racional de antimicrobianos. Essas ações partem do princípio de que quanto menor a taxa de infecção hospitalar e de resistência bacteriana, menor será a quantidade de antibióticos receitados, o que produz um ambiente hospitalar ecologicamente sustentado que refletirá diretamente na mais rápida recuperação do paciente.

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