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Hospital Marcelino

Encontro Paranaense da Saúde acontece em Curitiba

Jornalista Carlos Alberto Sardenberg fará a palestra magna. O tema em destaque do evento é “aprendendo com a crise.

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O ministro da Saúde, Ricardo Barros, participará como convidado de honra da solenidade de abertura do 6.º Encontro Paranaense da Saúde e da 11.ª Convenção Brasileira de Hospitais, na noite do dia 21, no Pequeno Auditório do Teatro Positivo, em Curitiba. O tema em destaque dos eventos é “Aprendendo com a crise”. A  palestra magna será proferida pelo jornalista Carlos Alberto Sardenberg, comentarista econômico do Jornal da Globo e Globonews e âncora do programa CBN Brasil. A inauguração da Feira de Negócios – Produtos e Serviços conclui o primeiro dia de atividades, que incluem vários cursos pré-congresso.

Dirigentes das principais instituições representativas do setor privado de serviços de saúde do País participam do evento duplo, que se estenderá até a tarde de sexta-feira (23) com debates sobre temas das áreas jurídicas, de gestão e de recursos humanos. Dentre os palestrantes e debatedores convidados estão Jorge Mol Filho, fundador da Rede D’Or – maior operadora independente de hospitais do Brasil –; Gonzalo Vecina Neto, membro do Conselho Nacional de Gestão em Saúde e por 10 anos superintendente do Hospital Sírio Libanês; o escritor e consultor Mário Persona; e o maestro Alessandro Sangiorgi, regente de algumas das mais importantes orquestras do mundo.

A cerimônia de abertura do Encontro e Convenção terá a mensagem dos presidentes da Federação Brasileira de Hospitais, Luiz Aramicy Pinto; da Associação dos Hospitais do Paraná, Benno Kreisel; da Confederação Nacional de Saúde, Tércio Egon Kasten; da Federação dos Hospitais do Paraná, Renato Merolli; e do Conselho de Medicina do Paraná, Luiz Ernesto Pujol. São mais de 600 inscritos entre gestores, administradores, advogados, profissionais de RH e das diversas áreas de saúde, além de estudantes.

Coordenador dos eventos, Benno Kreisel assinala que o cenário atual é um dos mais difíceis para o setor de saúde, tanto para o público como para o suplementar, que com a crise econômica e desemprego acumulado viu 1,5 milhões de usuários perderem seus planos e migrarem para o SUS. Além desse inchaço, diz o dirigente hospitalar, o sistema público sofre com a chamada judicialização da saúde e com propostas legislativas desconexas com a realidade que só fazem dilapidar os já limitados recursos. De acordo com Benno, no último ano, no Brasil, a cada dois dias fechou um hospital ou serviço de porte na saúde, comprometendo seriamente a assistência da população.

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