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Metas internacionais de qualidade: como garantir a segurança do paciente?

Segurança do paciente é uma preocupação global que envolve instituições de diversos países e órgãos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para criar mecanismos e ações que melhorem os procedimentos médicos, foram instituídas metas internacionais de qualidade no atendimento ao paciente.

As 6 metas internacionais de Segurança do Paciente foram criadas em parceria com a Joint Commission International (JCI) para promover melhorias na segurança do paciente por meio de estratégias e soluções baseadas em evidências. Dessa forma, é possível reduzir a margem de erros em relação a procedimentos cirúrgicos e administrativos, além da aplicação de medicamentos.

Conheça as 6 metas internacionais de segurança do paciente que são aplicadas em todos os atendimentos do Hospital Marcelino Champagnat:

Meta 1: identificar o paciente corretamente

A identificação correta do paciente é um dos primeiros passos para garantir uma assistência segura. A partir disso os profissionais têm um ponto de partida para as outras etapas de segurança praticadas na instituição.

A identificação começa no momento da entrada do paciente no hospital por meio de uma pulseira que deve ser usada em todos os momentos. Os profissionais, então, devem checar as informações individuais a cada atendimento para garantir que os cuidados e procedimentos sejam realizados para o paciente ao qual se destinam. 

Meta 2: melhorar a comunicação efetiva entre os profissionais

A comunicação entre os profissionais de saúde é outro ponto fundamental para a segurança do paciente. Cada instituição pode ter seus próprios padrões, mas é importante que as informações sejam registradas de forma clara e precisa de forma a garantir o entendimento de todos os envolvidos.

Para evitar falhas e melhorar a comunicação entre os profissionais, todos os dados devem ser registrados em prontuário e o paciente deve ter todas as dúvidas respondidas para se envolver no próprio tratamento. Seja de forma eletrônica, verbal ou escrita, as informações devem ser repassadas entre os profissionais e aos pacientes de forma completa e objetiva para evitar a ambiguidade na comunicação.

Meta 3: melhorar a segurança dos medicamentos de alta vigilância

Os medicamentos de alta vigilância são potencialmente perigosos e devem ser administrados de forma correta para garantir a segurança do paciente. Nesse sentido, as práticas seguras envolvem a padronização de procedimentos, armazenamento, movimentação e utilização desses medicamentos.

Para reduzir o risco de erros, algumas medidas são identificar corretamente os medicamentos, mantê-los longe de medicações comuns e restringir seu acesso apenas a profissionais autorizados.

Meta 4: assegurar cirurgias com local de intervenção correto, procedimento correto e paciente correto

Evitar erros em cirurgias é essencial para a segurança e a saúde do paciente. Por isso, antes do início de qualquer procedimento cirúrgico os profissionais devem checar se aquele é o paciente correto, confirmar qual cirurgia será realizada e identificar a parte do corpo que será tratada.

Medidas simples como a confirmação dessas informações ajudam a reduzir os erros e envolver o paciente no tratamento.

Meta 5: reduzir o risco de infecções associadas ao cuidado com a saúde

A prevenção e o controle de infecções são alguns dos principais desafios de instituições de saúde. Por isso, a higienização das mãos com frequência e da forma correta é recomendada a todas as pessoas que transitam no hospital, principalmente quem tem contato direto com os pacientes.

Para reduzir os riscos de infecções, as mãos devem ser higienizadas antes de tocar no paciente, antes de realizar procedimentos, após o risco de exposição a fluidos corporais, após o contato com o paciente e após o contato com áreas próximas a ele. Dessa forma, é possível garantir a segurança dos profissionais e dos pacientes.

Meta 6: reduzir o risco de lesões ao paciente, decorrentes de quedas

Alguns pacientes internados em instituições de saúde precisam de cuidados especiais e observação constante para evitar quedas. Para prevenir os riscos, deve ser realizada uma avaliação completa e periódica de todos os pacientes, verificar as instalações físicas e fatores que possam causar quedas e machucados.

Algumas medidas para garantir a segurança do paciente e cumprir as metas internacionais de qualidade são:

  • Eliminar obstáculos e objetos no chão;
  • Oferecer a presença constante de acompanhante para pacientes com maior risco;
  • Ajustar e acompanhar a aplicação de medicamentos que causam tontura ou fraqueza;
  • Identificar fatores que predispõem à queda.

Como as metas internacionais de qualidade são aplicadas no Hospital Marcelino Champagnat

O Hospital Marcelino Champagnat tem padrão de qualidade internacional e adota diversas medidas para garantir um ambiente seguro aos pacientes, visitantes e profissionais da instituição. Além das metas internacionais de qualidade preconizadas pela OMS, também são adotadas no dia a dia as metas do Programa Nacional de Segurança do Paciente, instituído pelo Ministério da Saúde. Resultado disso é a acreditação internacional por duas vezes do Hospital pela Joint Commission International, mais importante órgão desse segmento do mundo.

Para saber mais sobre a aplicação das metas internacionais de qualidade e as atividades do Hospital Marcelino Champagnat, acompanhe as notícias no site.