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Conscientização

Como reduzir riscos de contágio da COVID-19 nas celebrações de fim de ano

Após mais de 260 dias do início da pandemia em Curitiba, o número de casos confirmados da Covid-19 passa dos 13 mil na capital paranaense. A aproximação do fim do ano e início da temporada de férias tem preocupado os especialistas em relação ao possível aumento da contaminação nessa época. Se participar de alguma confraternização está nos seus planos, tenha em mente os cuidados que devem ser tomados para afastar os riscos de contágio da doença.

“O ideal é que as pessoas não fizessem nenhuma confraternização – da empresa ou de fim de ano – com pessoas que não moram em seu domicílio. Mas, sabemos que isso é complicado, então procurem fazer ao ar livre, só tirem a máscara do momento da alimentação e, se possível, que as pessoas só sentem juntas com seu núcleo domiciliar”, explica a médica infectologista e coordenadora do Núcleo de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Marcelino Champagnat, Viviane Hessel.

Outras dicas importantes são evitar o cumprimento com contato físico (beijo e abraço), disponibilizar álcool em gel próximo ao buffet, banheiro, e se for contar com a presença do Papai Noel, que ele esteja sempre de máscara e higienize as mãos no momento da entrega dos presentes. Também é importante não haver contato físico na hora das fotos e se sentir qualquer sintoma respiratório, não vá a confraternização.

Contágio

 A transmissão do coronavírus pode ocorrer até dois dias antes do surgimento dos primeiros sintomas da doença e seguir até 10 dias após, nos casos leves da doença, e até 20 dias após o primeiro dia de sintoma nos casos mais graves, que precisam de internação.

Os principais sintomas da doença são dor de garganta, tosse seca, dor no corpo e de cabeça e febre (que não acontece em todos os casos). “As pessoas precisam estar atentas a qualquer um desses sintomas e, assim que surgirem, devem ficar em isolamento até que se tire a dúvida. Estamos todos cansados da pandemia, mas precisamos pensar no coletivo e não expor a um risco desnecessário a nossa família e nossos conhecidos”, frisa a médica.